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terça-feira, 25 de julho de 2017

#AFORISMO 60/GNOSE DO LIMÍTROFE TEMPO# - GRAÇA FONTIS: PINTURA/Manoel Ferreira Neto: AFORISMO


"... verdade e in-verdade do soluto-ab das travessias de uma margem à outra no rio de águas sarapalhadas de dialécticas do pretérito e vir-a-ser..." (Manoel Ferreira Neto)

Epígrafe:

Aquando a libertação fertiliza a imaginação diáfana com absolutez na temporalidade quimérica e suas variações revela-se o Ser(G.F)

Ribalta de buscas outras de res-postas a questionamentos da vida, de quem sou, que se me vão re-velando a cada milímetro de profundidade do mergulho, à luz de pretéritos estilo e linguagem, mas trazendo na algibeira e alforje conhecimentos amadurecendo, projetando-se com liberdade e abertura, para novos encontros com idéias e pensamentos des-velados de tradições e conservadorismos. Algemas e correntes no chão. Sistências da per da vocação não a sabedoria litteris das ipsis vivenciárias, vivenciais, mas a consciência do perpétuo aquém das dúvidas e incertezas na precedência dos medos e hesitâncias, alfim o nada e o efêmero são pedras de toque da vocação, não à esperança do sonho, verbo do in-transitivo subjuntivo dos transitivos temas e temáticas das evocações ao pleno, mas a gnose do limítrofe tempo, exíguos segundos e minutos, entre o alhures e o algures do começo e fim, bem e mal, efêmero e eterno, verdade e in-verdade do soluto-ab das travessias de uma margem à outra no rio de águas sarapalhadas de dialécticas do pretérito e vir-a-ser, cujas pontes foram partidas ao longo das ipseidades do vazio das trevas da jornada à mercê da noite rumo ao alvorecer transcendental ocidental, pois que o oriental é de outra miríade.

Novo homem. O tempo, o ser inda não re-velaram a liberdade eidética, cuja vida e morte não sejam princípios e dogmas bíblicos de todas as peren-itudes, contudo, mas e porém, no seio dela o leite que alimenta e substancia as sendas silvestres no per-curso e de-curso no caminho-da-roça, vale a pena que escreve a sorrelfa e quimera das querências dos limites e desejâncias do uni-verso horizonte, confins aquéns, arribas além da soluta-ab das mentiras milenares e eternas.

Quê liberdade! Quê Novo Homem! Vou-me afogar nos precipícios do mar, oceano, e no pretérito dos verbos conjugados com imperfeições nada terei a-nunciado de quem sou, apenas paixão e fantasia...


(**RIO DE JANEIRO**, 24 DE JULHO DE 2017)

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