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sábado, 30 de abril de 2016

COMENTÁRIO DA AMIGA ELIZABETH GONÇALVES FERREIRA AO TEXTO /**EURÍTISES DO RESPLENDOR**/


EURÍTISES DO RESPLENDOR
Manoel Ferreira Neto.



Ao lado de um grande Homem sempre haverá uma simples mulher que o compreenda e por ele foi igualmente, compreensiva. O que foi por ele prometido ontem, ele cumpriu hojej, suas promessas de ontem. Abraços, obrigada companheiro, nosso fiel escudeiro, jornalista, escritor, romancista e trovador, esse Senhor Manoel Ferreira Neto: esse é um dos muitos Grandes Escritores e Poetas que se destacam em nossa Literatura da nossa Língua Portuguesa. Um modelo a ser seguido em suas pesquisas Literárias, meus amigos e amigas desse nosso País-Continente, Brasil de lindas paisagens, cartões Postais, sua imagem, em seu espelho refletida desejando-lhe boa viagem, de volta ao seu "RECANTO DAS LETRAS"



Elizabeth Gonçalves Ferreira



**EURÍTISES DO RESPLENDOR**



Post-Scriptum: As partes que se encontram entre aspas foram retiradas dos comentários da Amiga Elizabeth Gonçalves Ferreira.



A-núncio eivado de nunci-essências cintilantes à luz do in-verno de ausências de lembranças, recordações que flanavam ao vento presentificando sentimentos, emoções, sensações, apenas desejos in-auditos "criando novas paisagens", "retirando as pedras do caminho", tocando de leve e suavemente o espinho das flores, "rimas e versos na longa estrada, nas curvas retas-inversas, sobe e desce...", sentindo presente o in-audito das eurítises do resplendor, amando ser livre e voando, voando, voando, "conhecendo novas paisagens", "ilustrando as viagens da imaginação" no seio da floresta de árvores de copas frondosas, de flores silvestres, entre serras com o vento sibilando altissonante, presenciando as ondas do mar sob o brilho da lua, nas estradas de poeira as marcas do tempo no íngreme do solo, a grama ressequida, esturricada, e sempre os horizontes adiante a serem des-bravados, a serem des-vendados, des-envelados, na plen-itude sentir o êxtase do que é etéreo de con-figurações e performances, o climáx do que é éter de espaço e uni-verso, o gozo do que é eterno o sublime, o ab-soluto sensível e trans-lúcido, o prazer orvalhado de estrelas que cintilam na poiésis do coração à luz de todos os aléns, de todos os longínquos habitados de arribas e confins, eurítises do resplendor da "raiz da arte" dos sentimentos, volos da memória sedenta de re-colher e a-colher em si o sêmen uni-versal da beleza, concebendo sonhos dentro de outros sonhos, dentro de outros sonhos do amor, da entrega, do espírito da alma, em cujas profundezas abissais habitam a esperança do perene, em cujas linhas do sensível residem as asas para o voo perpétuo através da etern-idade, voo de conquistas e glórias, voo de realizações e alegrias, "alheio o além-mundo", retratando dons e talentos, a arte da con-tingência à trans-cendência.
A-núncio eivado de nunci-eidéticas brilhantes ao silêncio in-audito da madrugada de frio preliminar do in-verno, música no ar, "quero saber o que é o amor", quero sentir o que é o prazer de degustar o sabor do amor, eurítises do resplendor do belo, da beleza, eurítises do esplendor do coração sob as chamas ardentes da felicidade, às quiçás dos anjos que performam a dança do in-fin-itivo verbo do divino, dos passarinhos que trinam por todos os horizontes o hino do espírito... madrugada de segundos e minutos de solidão, pensamentos solitários, emoções e sentimentos sozinhos na imensidão do tempo, pre-liminares eurítises da magia de sonhar o sonho de "ser" as entrelinhas da poesia do amor, de "ser" o interdito dos desejos e vontades do pleno, da compl-etude... música na madrugada, ritmos, acordes, melodias do que trans-cende a solidão, do que trans-cende o estar só no meio das coisas, dos objetos, do mundo, criando, re-criando a música eterna da vida, som que trans-eleva idílios, quimeras, fantasias, volúpias voluptuosas da verdade, trans-literalizando dores e sofrimentos, angústias e náuseas em líricas metrificadas e ritmadas de euritmia do sensível que se inspira do in-finito e concebe a luz sonora de notas verbais, miríades de silêncios brilhantes sin-cronizados, sin-tonizados no uni-verso. harmonisados no espaço celeste...
Eurítises do resplendor... Eurítises do resplendor... Eurítises do resplendor...



Manoel Ferreira Neto.
(30 de abril de 2016)


**SUBLIMES EURÍTISES ORVALHADAS** - Manoel Ferreira


A beleza tem seus espínhos. Para que então a beleza? Por que não, ao invés dela, a grandeza, o sublime?
Miríades de idéias de beleza afluindo-a-ser idéia da sensibilidade, uma emoção, emoções que fluem no instante-con-templação do des-petalar das rosas, exalando inebriante perfume, in-fin-itivos do verbo esperanças esvoaçam na imensidão do espaço, ipsis de peren-itudes etéreas de luzes em cujos raios a presença de sublimes eurítises da imagem, imagens respingadas de gotículas de orvalhos, e vem o vento nas asas do tempo sibilando ex-tases de neblina colhidas no in-finito, vão-se as peren-itudes etéreas, des-abrocham os dons do Espírito, da graça, da beleza, da simplicicade de um ser que em si traz dentro encanto e desencanto, alma que trans-cende outra beleza da metafísica do ir além do tempo, os volos do verbo de amar voam e à toa vão tecendo o vir-a-ser de querências e desejâncias, além êxtases e volúpias do eterno-in-fin-itivo, além clímaces e prazeres efêmeros, além glórias e alegrias, ain´t no begining, ain´t no end, adiante níveas paisagens res-plandecidas de cores vivas do arco-íris mostram as sendas e veredas do horizonte, ain´t no worry in mind, adiante límpido e trans-lúdico panorama do in-finito a esplender goticulas de sublimes eurítises orvalhadas de plen-itudes-silêncio em cuja poética do uni-verso sons in-audíveis da trans-cendência do espírito dedilham o violino vers-ificando o espaço de cânticos cancioneiros do divino.
Sublimes eurítises orvalhadas
Eterno-infin-itivo de volos
Encanto, des-encanto, plen-itudes-silêncio
Além do tempo sendas e veredas do horizonte
Sublimes eurítises orvalhadas
De verbos amando o amor de ser dimensão da felicidade,
Êxtases e volúpias de plen-itudes-silêncio,
Metafísica do ir além do tempo...



Manoel Ferreira Neto.
(30 de abril de 2016)


**AMAR: SENTIR O IN-AUDITO DO SER** - Manoel Ferreira


Amar: o verbo de sentir os abismos de desejos amplia-se no âmago da alma, acaricia as dimensões dos sonhos, sonhos dentro de outros sonhos, dentro de outros sonhos, a-nuncia-se o êxtase do pleno da entrega, re-vela-se o clímax do prazer, manhã de chuvinha fina e suve na floresta, os pensamentos voam, querências da presença, corpos usufruindo prazeres, toques, carícias, verdades límpidas no riste das palavras, palavras que pronunciam verdades, cor-simbolizando o espírito de sentimentos da leveza do ser em harmonia com a suavidade do inaudito, cor-significando, sor-signiversejando o que trans-cende o espírito, a essência do genesis-vida, a sublim-itude do além-verso, além-estrofe, o soneto-divo do absoluto encontro com o infinitivo-ser das peren-itudes do uni-verso, amor puro, pureza de amar, amor verdadeiro, verdade antes de quaisquer verdades, trans-preterizadas de quimeras e fantasias do antes da vida, nonadas da criação, nonadas artífices da vida-amar que são a vocação ec-sistencial para a felicidade.
Poeta poetiza a poesia. A poesia poematiza a vida. A vida, antes de quaisquer belo sentimento do verbo "Ser, compõe a liberdade na lírica da poiética das desej-âncias do amor. Amar é a vida do eterno na continuidade do tempo que se essencializa no ser de buscas, no não-ser de contingências que trans-elevam o que dói sem doer, o que sofre sem os pretéritos do há-de vir...
Amor...



Manoel Ferreira Neto.
(30 de abril de 2016)


COMENTÁRIO DA AMIGA Elizabete Regina Garcia De Mello AO TEXTO /**NA SUA PLEN-ITUDE, O SENTIR**/


NA SUA PLEN-ITUDE, O SENTIR
Manoel Ferreira Neto.



É...voa...
O voar, em buscas de outros horizontes, renova o saber...
O saber das asas para, no infinito, encontrar-se com a sabedoria da Paz...
SEJA FELIZ...
Sorria!... Você está sendo, abençoado, por Deus...



Elizabete Regina Garcia De Mello



**NA SUA PLEN-ITUDE, O SENTIR**



Sentir, viver o sentido, vivenciar os desejos que nele habitam, que nele residem, que nele moram. Sentado na poltrona, confortavelmente re-costado. Chama-me a atenção a força do amor. Voo, deixo-me livre, toque singelo, toco a distância. Olho em todas as direções, florestas, mares, rios, abismos, voo. Os horizontes me pertencem, estou indo à busca do que me dá alma, do que preenche as falhas e ausências, do que faz em mim nascer outros sentimentos, outros sonhos. Deixei os pretéritos preterizando o vivido, as vivências, os éritos eritizando as experiências. Para o hoje ser na sua plen-itude, o sentir de agora se des-faz. Para o amanhã chegar na sua etern-itude, sonhos e esperanças se refazem, re-nascem, re-constituem-se, inovam-se, renovam-se. Ecos distantes no além do tempo.
Quero leveza de asas, velocidade de círculos. A jornada é longa. Reflete o luar o amanhecer, alvorecer de outras ilusões - ilusões são mensagens de esperanças -, fantasias - fantasias, poemas lançados aos universos à busca do eidos das verdades, alimentando-se dele para no tempo ser verbo, para ser dimensão do sonho, e não quimeras da mitologia grega com suas eternas mensagens de outras dimensões da vida a fim de esconderem as viperinidades de Sodoma e Gomorra, atrás da mitologia, as trevas, esquizofrenia, esquizoidia.
O silêncio é o amor. A solidão é a luz que ilumina o amor.
Voo. Voo. Voo. Estou indo à busca do que me dá alma...



Manoel Ferreira Neto.
(29 de abril de 2016)


COMENTÁRIO DA ESCRITORA E POETISA ANA JÚLIA MACHADO AO TEXTO /**NA SUA PLEN-ITUDE, O SENTIR**


NA SUA PLEN-ITUDE, O SENTIR
Manoel Ferreira Neto.



No cadeirão de meus devaneios, onde vislumbro a pujança do amor, o que concebe a grandeza do sentir. Mas, descomposto e desaparecido, alheio o além-mundo, escuta-se um murmúrio, o vendaval flagela os mastros, enquanto as ramagens empalidecidas do frio confidenciam. Em meio ao horto concebo do isolamento, momentos nostálgicos ciciam, não tem sofrimento e nem pigmentação, é apenas um poema silente, por atrás da parede, que minha alma desmaiada berra...
No emudecimento de minha alma, na insânia de minha mágoa, no marasmo de meu repouso, representa a intenção do bem-querer, um bem-querer herege quiçá, irónico quem sabe, uma suspeita fracassada, contudo sumptuoso, que carcome o meu físico me asfixiando e largando-me em sacrifícios, em desacertos inalteráveis.
O emudecimento é o bem-querer. O isolamento é a luminosidade que alumia o bem-querer.
Adejo. Adejo. Adejo. Resido abalando à demanda do que me faculta alma...



Ana Júlia Machado



**NA SUA PLEN-ITUDE, O SENTIR**



Sentir, viver o sentido, vivenciar os desejos que nele habitam, que nele residem, que nele moram. Sentado na poltrona, confortavelmente re-costado. Chama-me a atenção a força do amor. Voo, deixo-me livre, toque singelo, toco a distância. Olho em todas as direções, florestas, mares, rios, abismos, voo. Os horizontes me pertencem, estou indo à busca do que me dá alma, do que preenche as falhas e ausências, do que faz em mim nascer outros sentimentos, outros sonhos. Deixei os pretéritos preterizando o vivido, as vivências, os éritos eritizando as experiências. Para o hoje ser na sua plen-itude, o sentir de agora se des-faz. Para o amanhã chegar na sua etern-itude, sonhos e esperanças se refazem, re-nascem, re-constituem-se, inovam-se, renovam-se. Ecos distantes no além do tempo.
Quero leveza de asas, velocidade de círculos. A jornada é longa. Reflete o luar o amanhecer, alvorecer de outras ilusões - ilusões são mensagens de esperanças -, fantasias - fantasias, poemas lançados aos universos à busca do eidos das verdades, alimentando-se dele para no tempo ser verbo, para ser dimensão do sonho, e não quimeras da mitologia grega com suas eternas mensagens de outras dimensões da vida a fim de esconderem as viperinidades de Sodoma e Gomorra, atrás da mitologia, as trevas, esquizofrenia, esquizoidia.
O silêncio é o amor. A solidão é a luz que ilumina o amor.
Voo. Voo. Voo. Estou indo à busca do que me dá alma...



Manoel Ferreira Neto.
(29 de abril de 2016)


**EURÍTISES DO RESPLENDOR** - Manoel Ferreira


Post-Scriptum: As partes que se encontram entre aspas foram retiradas dos comentários da Amiga Elizabeth Gonçalves Ferreira.



A-núncio eivado de nunci-essências cintilantes à luz do in-verno de ausências de lembranças, recordações que flanavam ao vento presentificando sentimentos, emoções, sensações, apenas desejos in-auditos "criando novas paisagens", "retirando as pedras do caminho", tocando de leve e suavemente o espinho das flores, "rimas e versos na longa estrada, nas curvas retas-inversas, sobe e desce...", sentindo presente o in-audito das eurítises do resplendor, amando ser livre e voando, voando, voando, "conhecendo novas paisagens", "ilustrando as viagens da imaginação" no seio da floresta de árvores de copas frondosas, de flores silvestres, entre serras com o vento sibilando altissonante, presenciando as ondas do mar sob o brilho da lua, nas estradas de poeira as marcas do tempo no íngreme do solo, a grama ressequida, esturricada, e sempre os horizontes adiante a serem des-bravados, a serem des-vendados, des-envelados, na plen-itude sentir o êxtase do que é etéreo de con-figurações e performances, o climáx do que é éter de espaço e uni-verso, o gozo do que é eterno o sublime, o ab-soluto sensível e trans-lúcido, o prazer orvalhado de estrelas que cintilam na poiésis do coração à luz de todos os aléns, de todos os longínquos habitados de arribas e confins, eurítises do resplendor da "raiz da arte" dos sentimentos, volos da memória sedenta de re-colher e a-colher em si o sêmen uni-versal da beleza, concebendo sonhos dentro de outros sonhos, dentro de outros sonhos do amor, da entrega, do espírito da alma, em cujas profundezas abissais habitam a esperança do perene, em cujas linhas do sensível residem as asas para o voo perpétuo através da etern-idade, voo de conquistas e glórias, voo de realizações e alegrias, "alheio o além-mundo", retratando dons e talentos, a arte da con-tingência à trans-cendência.
A-núncio eivado de nunci-eidéticas brilhantes ao silêncio in-audito da madrugada de frio preliminar do in-verno, música no ar, "quero saber o que é o amor", quero sentir o que é o prazer de degustar o sabor do amor, eurítises do resplendor do belo, da beleza, eurítises do esplendor do coração sob as chamas ardentes da felicidade, às quiçás dos anjos que performam a dança do in-fin-itivo verbo do divino, dos passarinhos que trinam por todos os horizontes o hino do espírito... madrugada de segundos e minutos de solidão, pensamentos solitários, emoções e sentimentos sozinhos na imensidão do tempo, pre-liminares eurítises da magia de sonhar o sonho de "ser" as entrelinhas da poesia do amor, de "ser" o interdito dos desejos e vontades do pleno, da compl-etude... música na madrugada, ritmos, acordes, melodias do que trans-cende a solidão, do que trans-cende o estar só no meio das coisas, dos objetos, do mundo, criando, re-criando a música eterna da vida, som que trans-eleva idílios, quimeras, fantasias, volúpias voluptuosas da verdade, trans-literalizando dores e sofrimentos, angústias e náuseas em líricas metrificadas e ritmadas de euritmia do sensível que se inspira do in-finito e concebe a luz sonora de notas verbais, miríades de silêncios brilhantes sin-cronizados, sin-tonizados no uni-verso. harmonisados no espaço celeste...
Eurítises do resplendor... Eurítises do resplendor... Eurítises do resplendor...



Manoel Ferreira Neto.
(30 de abril de 2016)


sexta-feira, 29 de abril de 2016

**NA SUA PLEN-ITUDE, O SENTIR** - Manoel Ferreira


Sentir, viver o sentido, vivenciar os desejos que nele habitam, que nele residem, que nele moram. Sentado na poltrona, confortavelmente re-costado. Chama-me a atenção a força do amor. Voo, deixo-me livre, toque singelo, toco a distância. Olho em todas as direções, florestas, mares, rios, abismos, voo. Os horizontes me pertencem, estou indo à busca do que me dá alma, do que preenche as falhas e ausências, do que faz em mim nascer outros sentimentos, outros sonhos. Deixei os pretéritos preterizando o vivido, as vivências, os éritos eritizando as experiências. Para o hoje ser na sua plen-itude, o sentir de agora se des-faz. Para o amanhã chegar na sua etern-itude, sonhos e esperanças se refazem, re-nascem, re-constituem-se, inovam-se, renovam-se. Ecos distantes no além do tempo.
Quero leveza de asas, velocidade de círculos. A jornada é longa. Reflete o luar o amanhecer, alvorecer de outras ilusões - ilusões são mensagens de esperanças -, fantasias - fantasias, poemas lançados aos universos à busca do eidos das verdades, alimentando-se dele para no tempo ser verbo, para ser dimensão do sonho, e não quimeras da mitologia grega com suas eternas mensagens de outras dimensões da vida a fim de esconderem as viperinidades de Sodoma e Gomorra, atrás da mitologia, as trevas, esquizofrenia, esquizoidia.
O silêncio é o amor. A solidão é a luz que ilumina o amor.
Voo. Voo. Voo. Estou indo à busca do que me dá alma...



Manoel Ferreira Neto.
(29 de abril de 2016)


quinta-feira, 28 de abril de 2016

**O VERBO ABRE OS BRAÇOS AO AMOR**


Outono de sêmens, semear... outono de re-colher e a-colher, conceber perspectivas de pectivas pers de horizontes, uni-versos. Outono de ideais outros, realidades diferentes, idéias sendo concebidas através do verbo, re-fazenda, nascimento, re-nascimento. Outubro de cores do arco-iris espendendo suas luzes diferentes por todo o uni-verso, como a flor que exala o seu perfume no despetalar-se por todos os silêncios de/do jardim, resplandecendo os cantos e re-cantos, encantando a sensibilidade e as pupilas que re-presentam sua visão, as imagens nela, a sensibilidade que as re-colhe e a-colhe, na memória, vice-versa.
Estrada mística, em cujas margens, raios, mergulhados nas frinchas das pequenas árvores, ponteia claridade na sombra, e vou em silêncio trilhando-lhe sendas e veredas, às quiçás dos momentos saltitando por sentimentos se re-velando livres, suaves e serenos, caminhante à luz dos raios do arco-íris, como um peregrino na neve com a vela acesa a perambular pelas ruas. Mágica jornada, a cada nova experiência, vivência, colhendo-as, re-colhendo-as, a-colhendo-as, emoções di-versas, e mudanças se realizando, como o amor que faz a pessoa mudar seu visual da cabeça aos pés, amor incondicional, amor que muda a sensibilidade, o espírito sobrevoa os sonhos do verbo. Jornada sem princípio, embaralhou-se na memória, jornada sem fim, haverá sempre respostas para as esperanças e a fé na sensibilidade da alma, até o Verbo, quando o sentimento de amor se pres-ent-ifica, a jornada será outra, diferente, e às quiçás dos raios numinosos do sol, a alegria, a felicidade de conciliar sonhos, sonhos do que encanta, deslumbra, e sonhos de luz que espiritualiza o "nós".
Jornada de outonos esplendores das cores do arco-íris, inspirações, percepções, visões-de-mundo e do "eu" re-nascendo, nascendo, criando-se, re-criando-se, refazendo-se, o sensível, "humanidade do ser", tranquilidade, serenidade, calma, é seguir, seguir re-novando a face, semblante, fisionomia, trans-parência no sentir, ao redor das consolações há um lugar atrás do sol.
Há-de vir o inverno.Há-de vir a primavera. Há de vir o verão. Mística jornada na estrada sem início, sem fim. Simples assim. Comunhão de sonhos realizados, tempo de outros caminhos, a consciência-estética-ética, a ética-estilística, Haverá sempre quem se lembrará, relembrará do sendeiro da luz, peregrino do verbo e do amor. Todas as estrelas sob quê estou mostram caminhos-da-roça.
Parafraseando a escritora, poetisa, crítica literária, Rita Helena Neves, "A esperança abre os braços aos sonhos", o verbo abre os braços ao amor.



Manoel Ferreira Neto.
(28 de abril de 2016)


CRÍTICA DA AMIGA SANDRA MARIA DE ANDRADE FREITAS AO TEXTO /**CAMPO DE CENTEIO - PONTEIO


Como pode??? Domínio do significado/significante com tamanha poesia! Domínio semântico postando com tanta sensibilidade e lucidez... só temos a agradecer os poetas!!!!! Obrigada!
Quis dizer poetando com tanta sensibilidade etc, mas esse danado celular faz correção do jeito dele (haha); mas não ficou de todo inadequado, que te parece, poeta? Quis dizer poetando com tanta sensibilidade etc, mas esse danado celular faz correção do jeito dele (haha); mas não ficou de todo inadequado, que te parece, poeta?



Sandra Maria De Andrade Freitas.



Há toda uma "parafernália teórica" no que tante ao Significado e o Significante. Este "domínio do sginificado/significante com tamanha poesia" só pode ser realizado com a sensíbilidade, o sensível, a verdade dos sentimentos e emoções. A partir da sensibilidade, sensível, das minhas verdades de sentimento e emoção, adquiri este equilíbrio e as experiências e vivências do escrever ha tantos anos. Aí reside a poesia, assim poeto a sensibilidade. São características de minha obra, sou a origem de minha obra, minha obra é a minha origem.
Gracias por seu comentário tão percuciente
Atenciosamente,



Manoel Ferreira






**CAMPO DE CENTEIO - PONTEIO**



Campo de centeio - ponteio cristalinas lágrimas, descendo a face límpida de quânticas emoções no instante-limite de utopias do além con-figurado de miríades de luz resplandecendo de in-finitos os verbos in-trans-itivos e sin-estésicos do perene, em cujos interstícios a poiética do Belo ritma nas asas do vento as metáforas de sonho que enuncia o uni-versal, re-fazendo o tempo, tempo de dialéctica do efêmero e com-pl-etudes do ser, tempo de diá-logo entre o abismo de vento e sibilos suaves e a gruta de estalactites de cuja extremidade jorra pingos dágua na lagoa dos cócitos in-auditos do silêncio e o som da solidão, tempo de místicas idéias da etern-idade seduzida pelos diamantes brilhantes que riscam a superfície do espelho do trans-cendente e abrem horizontes trans-lúcidos para o espírito diáfano de theos e nous do sublime, e na face mítica da plen-itude a imagem-pomba branca que esvoaça a sabedoria-verbo da felicidade, a alma sin-estésica do desejo e esperança do sonho-amar performa a dança do corpo de ex-tases do movimento e gestos da verdade, sarapalhando no uni-verso, à luz da poética lunar e estrelar, as cáritas catárticas dos volos da perfeição divina, das quimeras animáticas da verdade-amor, ritmos e melodias, acordes ressoam puros pelo longínquo além do ser-tempo, ser-vento, ser-silêncio, e na poesia do orvalho da madrugada a estesia das sublim-itudes da vida.
Campo de centeio - ponteio águas límpidas que regam sentimentos de palavras nas sendas dos sonhos, con-templo a fonte mística e mítica dos vernáculos eruditos e clássicos de onde jorram livres e espontâneos a pureza líquida dos sonhos linguísticos e semânticos do ser inspirado no verbo in-fin-itivo do eterno artificiando sonetos musicalizados da verdade, que, no insterstício recôndito das esperanças, sensibilizam os inter-ditos in-auditos do espírito a criarem o "nomenous" da uni-versal-idade, subjetivam os movimentos da memória, trans-literalizando o tempo em silêncio, o ser em solidão, a inscreverem no inexprimível da vida o evangelho con-tingente dos ex-tases que despertam e acordam o belo dos sentimentos de amor e entrega em consonância, sin-cronia, harmonia, sin-tonia com a beleza insconsciente do há-de ser das etern-itudes in-trans-itivas do uni-versal em cujas eidéticas abissais reside a linguagem con-tingencial das divin-idades das buscas e querências das paisagens do in-finito que são silvestres sendas para o absoluto.
Ponteio centeios... Centeios pónteio no limiar da memória que no "si-mesmo" de si traz a luz do ad-vir, e sonhoreio a colheita do ser-silêncio do Amar Verbo In-trans-itivo.



Manoel Ferreira Neto.

(27 de abril de 2016)

COMENTÁRIO DA ESCRITORA, POETISA SOBRE O TEXTO /**SURPRESA DE AMAR O VERBO**/


SURPRESA DE AMAR O VERBO
Manoel Ferreira Neto.



Alma gêmea... Será que há ou as criaturas idealizam? Por minha parte discordo do conceito de Alma gémea.
No meu discernimento o que há é uma casualidade de desejos e propósitos, não forçosamente os dois unidos. Algum facto se desmembra em análogo, pois na configuração igualitária (em todos os sentidos), volver-se inexequível suceder. Perduravelmente vai haver alguma discordância para que se logre epilogar que um é sua alma gêmea.
Os seres crêem que a alma gêmea é a ligação irrepreensível, e é isso que todo o ser deseja. Mas a verídica alma gêmea é um reflexo o ser que exibe tudo que permanece agarrando o outro, o ser que evoca a sua análise para você próprio, para que aventure alterar a existência do outro. Uma real alma gêmea é hipoteticamente o ser mais relevante que se vai conhecer, porque elas abatem as suas muralhas e te despertam com uma bofetada. Mas habitar com uma alma gêmea para eternamente? Jamais! Molesta excessivamente. As almas gêmeas só ingressam na vida para assoalhar ao outo uma distinta categoria do próprio, e posteriormente debandam.
O que existe é um ser que gostamos por várias razões. O ser alma gémea não funciona. Pessoas iguais não se entendem. Esbarram. O enunciar sim senhor a tudo é das piores coisas que pode suceder na vida. Onde aparecia o diálogo…que monotonia! Eu digo pedra, e a alma gêmea diz pedra….e se for pau?
Não. Numa relação não pode existir alma gêmea……



Ana Júlia Machado.



**SURPRESA DE AMAR O VERBO**



Amo as surpresas que me surpreendem, deixam-me suspenso entre o ser e o nada, levam-me a questionamentos profundos, levam-me a sentir os interstícios da alma con-templando o universo, o além.
Há tempos que nada me surpreende, tudo mais que quotidiano, atingindo o limite do tédio, alcançando a dimensão do vazio. Surpresa é o que não estava por acontecer, não esperava pela presença. Desejar algo, ser realizado, não é surpresa. Surpresa alguma.
Era seguir a estrada do quotidiano, do mesmo, con-viver com as coisas, aquilo sim de "Seja feita a vontade de Deus...", "Quem não tem cão caça com gato", em suma, "Antes pouco do que nada".
De repente, não mais que de repente, se é que nisto se possa acreditar, tomando em consideração as coisas acontecem no seu devido tempo, a surpresa que, no ato de surpreender-me, não em termos de suspender-me, mas enfiar-me inteiro no íntimo para sentir a veracidade, investigar a profundidade. Tanto tempo sem surpresa, a imaginação, fantasia, sorrelfa, quimera criam senão para justificar as carências, para tripudiar com as esperanças.
Não sei como não me escafedi do mundo tal fora o mergulho, até o corpo foi junto, nada de me surpreender, o corpo estava carente, inteligível, concebível, fosse eivar-se de algo que lhe preenchesse as necessidades.
E a surpresa se velou em palavras, ditas com tanta verdade, sinceridade, seriedade, com a alma, os interstícios dela, com o espírito e o ser, que acordou, despertou o que estava escrito teria de se pres-"enrt"-ificar na minha vida, o para quê havia nascido, a água que me saciaria a sede, sedes outras nasceriam, mas seriam saciadas
Até pensei com as casas de meus botões: "Desde não sei quando isto estava por acontecer, escrito na vida por se tornar real, e só agora é o momento" E quais foram as palavras que tocaram tão profundo, que fizeram tanto rebuliço no meu ser, retirando-lhe as contingências, trans-elevando-lhe às abism-itudes da vocação? Dizendo-as, são simples: "Gostava de receber você em minha vida." Eu e meu ser sermos com tanto carinho e ternura recebidos, amor, na continuidade do tempo a felicidade sendo construída, o amor sendo pres-"ent"-ificado" nas situações e circunstâncias, por inter-médio das dialéticas e contradições, o que fora escrito desde a eternidade se tornando verdade. Tais palavras arrancarm-me de dentro a vida minha que tinha de ser. Sem metáforas, sem re-presentações, sem eidos poiéticos, sem a alma do espírito, sem o espírito da alma, a mim próprio no amor que me habita. Almas gêmeas se encontravam, enlaçavam-se, entrelaçavam as vidas à busca do absoluto contingente do ec-sistir. Senti. Entreguei-me por inteiro, corpo e alma juntos.
Mesmo que não nos conheçamos pessoalmente, a distância entre Minas Gerais e Alhures seja enorme, vamos nos amar verdadeiramente, usufruir nossos desejos e esperanças, mas sempre o sonho do encontro real, nossas vidas juntas, vivermos em conchinha nossos sentimentos de amor, nossas vidas.



Manoel Ferreira Neto.
(28 de abril de 2016)