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Mostrando postagens de Outubro, 2016

COMENTÁRIO CRÍTICO DA AMIGA MARIA FERNANDES ESCRITORA E POETISA A //**O NADA E A ARTE LITERÁRIA - XVIII PARTE**//

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"A verdade mora no silêncio que existe em volta das palavras", a verdade existe em si mesma, as palavras traduzem ou não sentimentos que podem estar ou não em consonância com a verdade, logo a verdade está guardada no silêncio das palavras que só por si não são a verdade , mas podem ser a sua expressão! É através das palavras que o ser se eleva ao infinito na verdade que transpõe nos seus trabalhos em poesia ou prosa. Por isso o crítico literário terá sempre de procurar a verdade no silêncio das palavras, silêncio bem audível e visível, consoante o seu autor as rodeou de verdade ou não, mas esta questão é da responsabilidade do autor e não do crítico. Um abraço, meu amigo Manoel Ferreira Neto.


Maria Fernandes.


**O NADA E A ARTE LITERÁRIA - XVIII PARTE**


Abismo. Vazios. Nonadas. Plen-itude de travessias, in-fin-itivos in-finitos, tempo de re-nascimento, re-fazendas das con-ting-ências, sublim-itudes se re-velando cristalinas, alvorecer do novo, outro outro dos sonhos do belo, da…

Ana Júlia Machado POETISA E ESCRITORA COMENTA /**O NADA E A ARTE LITERÁRIA - XVIII**/

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Este texto do grande escritor Manoel vou analisá-lo não na totalidade…apenas um lacónico escrito geral. Como sempre não é fácil…alguns parecem iguais, mas não são…há sempre diferenças, nem que seja nas entrelinhas.


"Eu vos digo: -É preciso ter ainda caos dentro de si, para poder dar a luz uma estrela dançarina. Eu vos digo: -Ainda há caos dentro de vós!" (F. Nietzsche)


Dia de experimentar aquela mágoa, senil frequentada, que não abate ossos nem fêveras... Abate força, génio... Agonia Existência. O oco, que ninharia é, vence o tudo que se aguarda que eu faça-se. Ou que creio ser. Oco e sofrimento. Vazio e sonido. A comparência de uma recusa faculta o distinto, mas na ideia tudo é possível. Daí uma convicção sensivelmente persuasiva de que se o ignoto assim sojorna, preferível para quem não arrisca-se desmoita-lo. Pois em seu átrio reside um intelecto já avelhentado contudo ainda assustador... Dele alguns espíritos já se evitam e invertem do deus do mundo subterrâneo para verbalizar q…

**CINZAS DE NADA PURO - II PARTE** - Manoel Ferreira

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Imagem de árvores re-torcidas, Tortas, secas Imagem de sendas e veredas Tapeadas de folhas, flores silvestres Imagens retangulares Imagens verticais, horizontais Olhos de linces suaves e serenos, Re-colhendo e a-colhendo perspectivas, Sem nuvens, sem adornos inda que abstratos, Embevecendo-se do esplendor do panorama Embriagando-se das luzes brilhantes das paisagens O que desejo, o que aspiro, o que intenciono, Verbos eivados do movimento do emocional, sentimental, E mesmo da fissura de alcançar o pleno no instante do eterno...


Por me, com toques, carícias, ternuras, sensibilizar as iríasis dos sonhos de compl-etude, verso-uno, conjugando as emoções e sentimentos que se vão nascendo, originando-se na origem de "ser originado", sou-lhe eterno sensível e cordial, sou-lhe desejos e vontades que se revelam, intencionando o encontro e o abraço eternal, sou-lhe a esperança da felicidade plena, aberta a outras jornadas e viagens à busca do que transcende o Ser, as con-tingências do estar-no-mund…

**CINZAS DE NADA PURO** - Manoel Ferreira

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Pós de esias esparramados no chão De metáforas destituídas de sons, sentidos Jogados na sarjeta de palavretas Desprovidas de perspectivas, luzes e imagens Nonsense... Ser não é mostrar-se e mostrar-se não é ser Descompassadas nas trilhas dos inter-ditos, Além-ditos, Palavras mudas, palavras cegas, palavras surdas Desconectadas dos precipícios onde se embevecem De sensibilidade, contingências, trans-cendências Todo ente nasce sem razão Prolonga-se por fraqueza Morre por encontro im-pre-visto Nada, Nonadas E os olhos se extasiam com o resplendor Do inaudito, ininteligível, imaginário das transgressões Do inóspito, insolências da meiguice, meiguices insolentes,


Amaria das prefundas de minh´alma escrever uma escrita escriturária, torna-se-me, contudo, quase impossível de fazê-lo no que tange ao fato inconteste de que cometeria uma série de gafes, não é bom para a minha imagem, por não estar familiarizado com a linguagem de "escrita escriturária", nada sei sobre ela, ademais estou sobremodo sem…

**O NADA E A ARTE LITERÁRIA - XVIII PARTE** - Manoel Ferreira

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Abismo. Vazios. Nonadas. Plen-itude de travessias, in-fin-itivos in-finitos, tempo de re-nascimento, re-fazendas das con-ting-ências, sublim-itudes se re-velando cristalinas, alvorecer do novo, outro outro dos sonhos do belo, da espiritual-idade, vivenciárias e vivenciais veredas para as verdades que se fazem na con-tinuidade dos desejos e volos do eterno, das esperanças e fé no inaudito que mora entre as palavras e o silêncio, que reside entre os mistérios e a solidão, que habita entre os enigmas e vir-a-ser, eidos, essência, núcleo entre o caos e a poiésis, que, nesta instância, é a koinonia do espírito da alma e a alma do espírito que esplende aos ventos as miríades de imagens aos confins para o re-colhimento e a-colhimento das "itudes do vir-a-ser, ao longo das nuanças e dialéticas, na labuta e labor das "dificulidades" abrem as paisagens do in-finito, venezianas das janelas, para o porvir além das divin-itudes das genesis dimensões do verbo de ser que se re-flete e…

Ana Júlia Machado ESCRITORA E POETISA COMENTA O POEMA /**CIÊNCIAS OCULTAS, LETRAS APAGADAS**/

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Engraçado....envio-lhe este escrito que terminei há pouco....acho que tem muito a ver com o seu.


Afadigo-me após afadigar-me, desbasto-me após de desbastar-me Suplico à minha alma que se aquiete…. Não anuas as corricas acercarem e inveterarem-se, Resfolega reentrante, na exsudação do pudor em insânia Na incúria dos intelectos esgotados das ante faces Se exibem a si inerentes, sem parar. Auscultam – se verbos em consonância, diariamente, Reconhecem-se semblantes de miseráveis pessoas joviais, Recheando as algibeiras, entoam, gracejam, rodopiam, No potencial da existência versada sem vida. Nessa rotina de ser sem existência, na intrujice Simulam ao paladar do oxigénio que aspiram, Atentamos perplexos, sem refutação Ao sonho demente da perfídia admitida pela comunidade. E finda-se a narração, pois assim pretende-se Reflectir esgota o encanto, da inconsciente população que somos no planeta…se é que se pode apelidar planeta Que população, que porvir, que ética, que preceitos, normas ou regras Quando se viv…