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Mostrando postagens de 2016

**ELEVA-SE O ESPÍRITO EM PLENITUDE** - TÍTULO E PINTURA: Graça Fontis/PROSA POÉTICA: Manoel Ferreira Neto

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Feliz Ano Novo! Assim encerramos as nossas "coisinhas" de 2016. Outras virão em 2017, eis a esperança: dançarmos na plen-itude do belo. Gracias a todos pelo carinho, reconhecimento, amizade. Abraços a todos os amigos!!!


Flores... Cores... Imagens... Luzes... Espectros... Desejando estar na plen-itude desta con-templação. Vers-ifico a orquídea que exala seu perfume por todo o uni-verso, poesia de perfume, florando na floração da in-fin-itiva intimidade do esplendor, re-florando na re-floração perpétua da sensibilidade da beleza. Caminho da verdade, eis a In-fin-itude. Versos prosaicos raros, prece, oração. Versejo rosas brancas, re-flexo do branco na água, rio de cintilância, o branco da rosa e os raios amarelos do sol. Imagem de espelho, faiscando meus olhos, espectro in-finito do sublime eterno. Desejos cintilantes, sentimentos e emoções, peregrinos do tempo, sendeiros do ser. Prosa do sabor das esperanças, utopias, sonhos do além, vidragens da alma. Além do desejo trans-cendenta…

**O TRILAR HARMÔNICO PINCELA E REFLETE O ESPETÁCULO SER/VIVER** - TÍTULO E PINTURA: Graça Fontis/PROSA: Manoel Ferreira Neto

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O céu, de um azul profundo, está manchado aqui e ali por nuvens de um escuro acinzentado mais profundo que o azul fundamental de um cobalto intenso e por outras nuvens, ainda que menores, de um azul mais claro como a brancura de fraldinhas de criança, a brancura azulada das vias lácteas. No fundo azul cintilam estrelas claras, esverdeadas, amarelas, brancas, rosas guarnecidas de ouro e de riso, de diamantes e pedras preciosas ou talvez mais como as nossas pedras preciosas, opalas, esmeraldas, safiras. As imagens sucedem-se a um ritmo extraordinário, rigor voluntário no sentido de ir unindo-as, sem deixar perder uma característica muito singular, a sua singeleza na sedução e na conquista, no êxtase e na glória, a simplicidade de formas não destoa de harmonias discretas e requintadas. O que mais assusta nisto de contemplar todas as situações e circunstâncias da vida, recria-las, tornando-as atitude e generosidade, contudo dizer somente de “doces” e “chocolates” não fazem o estilo de algu…

**CONJUGAM-SE NO INFINITIVO FRATERNIDADE E SOLICITUDE AQUÉM DA COMPREENSÃO** - TÍTULO E PINTURA: Graça Fontis/PROSA: Manoel Ferreira Neto

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EPÍGRAFE:


"Feliz Ano Novo...."


Perpétuos ideais de verbos que evangelizem a vida, sonhos que iluminem os caminhos, esperanças que in-fin-itivem desejos, vontades, Perpétuos. Todavia, entretanto, são ideais, tão somente ideais, carregamos-lhos na mochila às costas con-ting-ências a fora; não sendo eles, o que seria da ec-sistência? Não sei o grau de sanidade de um homem quem, ombreando-se comigo, na calçada de uma rua, disse-me: "São muitos os mistérios entre o céu e a terra...". Talvez sério candidato à sandice, perdera nalguma alameda os sonhos e esperanças. Enveredou-se pelos mistérios entre os céus e a terra. Credito-lhe um méríto: procura e espera os sonhos nas pessoas, transeuntes, dizendo este lugar-comum, frase de efeito. Final de ano os filósofos do nada saem à rua com as suas frasetas. Mais um crédito para o digníssimo homem; as frasetas fazem refletir. O mais engraçado deste encontro fortuito foi haver eu parado, ficado olhando o homem que seguia seu caminho…

**PREDISPOSTOS E EMBEVECIDOS REFLETEM REFUTANDO AMBÍGUOS PROVÉRBIOS MILENARES** - TÍTULO E PINTURA: Graça Fontis/SÁTIRA: Manoel Ferreira Neto

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“Até debaixo dágua sou homem”, “Até debaixo dágua honro os meus compromissos”, “Até debaixo dágua serei verdadeiro com a minha vida”, “Até debaixo dágua...” “Até debaixo dágua...” As águas já começam de reclamar, estão insatisfeitas, numa língua mais vulgar, estão mesmo putas da vida, e dizem: “Debaixo de mim não mais... Escolham outro lugar! Já estamos ficando desacreditadas, os olhares estão sim de soslaio para nós... Já perdemos a confiança de todos”. Óbvio. Vá ficar debaixo da água e honrar os compromissos, o fôlego não suporta tantos que foram assumidos. Vá ficar debaixo dágua e ser verdadeiro com a vida, a vida é longa demais, não se é possível ficar tanto tempo mergulhado nelas. Vá ficar debaixo dágua e ser homem, o fôlego acaba, os instintos pedem e reclamam outra coisa. Jamais ninguém cumpriu coisa alguma debaixo da água, pôs a cabeça de fora em poucos minutos. Mas, para dizer com propriedade, todas as radicalidades à flor da pele, às vistas dos ossos, gritar a plenos pulmões…

**POÉTICA ENIGMÁTICA DISCORRE/DESVELA RAZÃO/SENTIDOS DA **ESPERANÇA**/ COMENTADO PELA ESCRITORA E POETISA Ana Júlia Machado

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Neste escrito do escritor Manoel, acerca do inquirir no que concerne à esperança.o que é difícil de obter uma resposta, sendo a solução conceder a designação de ser…logo, hemos o enigmático, e surde a indispensabilidade de interpretá-lo, o que vai originar no nosso intelecto o arcano de o que somos…ou, o não se ser…. Apenas o vazio eterniza a fantasia E para falar um pouco sobre a esperança…assim como a questão de que medito na meditação pois dado que o pensamento cogita…sou porque apalpo matéria. Mas posso ser um ser oco...e quantas vezes dou por mim a redigir horas a fio sem descansar; Derramei pela página cã de minha existência, copiosos verbos coloridos de negro, verbos que o arco-celeste se enjeitou matizar de claridade. Verbos sem significado, concebidos de berros que ninguém escuta. Verbos como a comoção que são entoados em todas as trovas, melopéias de anelos, de devaneios...Verbos de fé sem expectativa. Verbos de ternura, apinhados de enternecimento e gargalhares, redigidos para …

**ALIAM-SE, AO PESQUISAR, PERCEPÇÃO/ENTENDIMENTO À LUZ DA ESPIRITUALIDADE** - TÍTULO E PINTURA: Graça Fontis PROSA POÉTICA FILOSÓFICA: Manoel Ferreira Neto

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Danúbio de sentimentos à luz de re-{n}-[ov]-ações de projetos e ideais que transcendam e espiritualizem a alma sedenta de felicidades, emoções à mercê das pectivas do bem e eterno no limiar límpido dos raios do sol, que figuram os picos de montanhas distantes, presentes além dos abismos das pedras, do efêmero e passageiro na soleira de sombras e luzes das estrelas que inspiram os românticos e boêmios a negarem e negligenciarem os orgulhos e vaidades do historial, histórico, historialidade dos valores sensíveis, das virtudes éticas e morais à luz da razão que se in-versa para con-templar a verdade que se mostrará nítida, límpida e plena a partir da trombeta no Apocalipse - no nítido patamar do pálido crepúsculo, no cristalino pico da radiante aurora, os pensamentos voltados às compreensões e entendimentos dos sofrimentos e dores da alma, dos questionamentos e indagações dos enigmas e lendas das origens e princípios do ser na continuidade do tempo, do olhar à distância, empreender a via…