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quinta-feira, 22 de junho de 2017

ESCRITORA E POETISA SONINHA SON(Sonia Gonçalves) COMENTA O AFORISMO /**AFORISMO: FILOSOFIA DA LIBERDADE METAFÍSICA**/


Eita Manu...Que lindoooooo!!!! Uma obra maravilhosa....Me deleitando aqui nos seus escritos sorrelfos...amo muito rsrs Uma utópica poesia...Do reverso de sua alma , dos versos de suas palmas. Amei e a obra da Graça como sempre um espetáculo!!! Aplausos Manu...Bjos


Sonia Gonçalves


Excelente definição para "escritos sorrelfos" - que, aliás, é uma categoria que conceitua os Aforismos, como os con-templo, visualizo. Escritos sorrelfos nascem no reverso da alma, dos versos das palmas. Assim você, Sonia Gonçalves, define. Aproxima-se de minha visão que é "Sorrelfas das utopias", nascem da dialéctica das verdades à luz dos preceitos e dogmas, leis que destituem a visão da ampl-itude das coisas do mundo e da vida e a dialéctica das verdades, nascidas nas experiências e vivências, sofrimentos e dores, que regem a vida, havendo de sublinhar, ressaltar e considerar que são questionamentos para o Novo. Assim, a poesia é um estilo de vida cuja luz incide no desejo da consciência-estética-ética, portanto utópica. A utopia rege a vida e o mundo.
Abraços nossos!




AFORISMO: FILOSOFIA DA LIBERDADE METAFÍSICA#
GRAÇA FONTIS: PINTURA
Manoel Ferreira Neto


Nonada de diamantes resplandecendo livres no uni-verso in-finito, in-fin-itivas imagens, verbos de cristais cintilando sensíveis e linguísticos no horizonte de eternas paisagens trans-visíveis, brilhando inspiradas e filosóficas no além das eternamente faces a resplandecerem a liberdade de construir o destino com as mãos.


Travessias!... Pontes partidas!... Veredas silvestres!... Estrada de pós de poeira!... Estrada de pós de cascalho!... Luzes da ribalta iluminando sendas por onde espectros solares se re-fletem trans-lúdicos, ilusões, fantasias, quimeras, sorrelfas. Orvalho respingando nas folhas de rosas brancas no jardim à soleira do tempo, à beira da montanha, à margem de córregos e lagoas, neblina cobrindo a choupana solitária na floresta de flores silvestres.


Invisível do visível!... Visível do invisível!... In-audita a beleza do belo... In-inteligível a luz do verbo semântico que, entre particípio e gerúndio, re-vers-ifica pretéritos perfeitos e imperfeitos, verbo metafísico, que entre dúvidas e volos, ad-versifica o nada e o ad-vir, in-versifica o vazio e o eterno, plen-itude de ad-jacências da alma, efemer-itude de reticências do espírito, etern-itude de ausências do ser. Verdades esvaecem-se trans-lúdicas no ocaso. Absolutos dissolvem-se por acaso no abismo. Livre-arbítrio de esperanças e sonhos. A Vida é o sonho e não apenas o sentido dela.


Liberdade... Tempo e vento. Cor-agem... Ser e Nada. Entrega... In-finito e fé. Amor... Espírito da vida. Subjuntivos pretéritos do gerúndio. Indicativos particípios do in-fin-itivo. Defectivas imperfeições do eterno.
Prazeres. Ex-tases. Volúpias.
Por que a terceira lâmina da navalha? Por que a segunda lâmina do machado?
Por que o verso-uno da utopia do pleno? Verso. In-verso. Re-verso. Ad-verso. Face oculta do silêncio. Trans-lucidez da solidão. Palavras soltas. Idéias à toa. Pensamentos à revelia. Inter-ditos à mercê de idílios inter-postos do advir e do zagaia.


Melancolia. Nostalgia. Nada a vers-ificar. Nada a ritmar de sons. Melodias e acordes. Nada a poematizar. Linguísticas semânticas.


(**RIO DE JANEIRO**, 20 DE JUNHO DE 2017)


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