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sábado, 20 de maio de 2017

#VERSOS IMPERFEITOS DA FORMA AO DIVINO DA BELEZA# - GRAÇA FONTIS: PINTURA/Manoel Ferreira Neto: AFORISMO


Inters circuns de pers vagando
As res pectivadas de retros
Cendências no limiar itivo das trans
Portâncias morfoseadas de metas
Ísticas e semios da versalidade
Emática do póe de cinzas,
Iéticas da luz de neon,
Áforas de gotículas de neve,
Templando as esias ituais do belo,
Cronias, tnias do "sim",
Úndios, icípios do "não" ser
Versando uni as litteras do verbo
Sejando bíguas as ipsis do vento
Bilando as itudes do eterno
Nas ampulhetas éritas cebidas
De "hori" celeste nas uminãncias
E uminações de raios-arcos
Na íris do além, no pote de ouro
Ismático da solutidade do ab
Surdando os êncios itmos das elodias
Onoras fônicas da solidão...
Que importa aos verbos os uni-versos de atitudes e ações puras? Que fio de linha tece de verbos os versos imperfeitos da beleza ao divino da forma? Beber água da fonte na concha das mãos sacia a sede da sagrada esperança de tudo trans-luzir, de tudo iluminar o perfil do céu no desenho das nuvens que passam, repassam o sono milenar de folhas amarelas no tapete de terras fecundas, de solos profundos.


(**RIO DE JANEIRO**, 20 DE MAIO DE 2017)


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