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domingo, 7 de maio de 2017

#DO ADVIR DOS VENTOS QUE SIBILAM# - GRAÇA FONTIS: PINTURA/Manoel Ferreira Neto: AFORISMO


Imagine baile de verbos na constelação das estrelas incidindo de brilhos o infinito, ao redor da lua conjugação regenciada de temas e temáticas da felicidade, da alegria.
Imagine sinfonia de cânticos no uni-verso da eternidade banhando de ritmos e melodias o tempo, seivando de musicalidade e acordes o ser nas asas do ad-vir dos ventos que sibilam compl-etude, êxtase, prazer.
Imagine ópera de numinâncias do sol esplendendo miríades de raios ao longo do espaço celeste, in-finito e horizontes longínquos re-fletindo a espiritualidade do amar-verbo de ser o verso-uno do sublime.
Imagine o amor e o verbo de amar passeando livres, felizes na floresta de flores silvestres, o alvorecer de primeiras luzes e raios de sol, cântico de pássaros, aquela neblina por cima das águas do rio.
Imagine a ampulheta re-versando o tempo de utopias da verdade, in-versando o ser das liberdades adjuntas aos ideais, ad-versando as con-tingências do eterno e do efêmero.


(**RIO DE JANEIRO**, 08 DE MAIO DE 2017)


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