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terça-feira, 18 de abril de 2017

**POR ONDE CON-DUZIR AS VACAS PARA O CURRAL** - GRAÇA FONTIS: PINTURA/Manoel Ferreira Neto: AFORISMO/DITIRAMBO


Vívida linear-idade geo-metriza a noite, co-tangencia a madrugada de cantos e cânticos da coruja, tangencia o alvorecer de voos e sobrevoos da águia, cristal-iza a passagem
de seu tempo que germina, gera outras perspectivas da aurora, da continuidade do dia, diante das situações e circunstâncias de todas as contingências, árduas labutas, cansaços e problemas,
ao crepúsculo, grávidas de sorrelfas e in-verdades, de idílios e fantasias, de quimeras, sonhos do verbo “PERPETUAR”, utopias de realizações e prazeres, desejos do pleno e sublime, da Verdade e da Vida, concebe outras imagens, por vezes nítidas do in-finito das querências nas ad-jacências dos limites e trans-cendências dos contingentes liames entre o lícito e o ilícito, a verdade e suas in-verdades de percepção e análise, das utopias que habitam o espírito, por vezes en-veladas do uni-verso de equívocos, clar-itude de silêncios, nas linhas ilimitadas de confins e arribas, na vers-ificação espontânea e livre de outros amanhãs, de outras veredas.


Lívida horizontal-idade
gera de luzes in-versas
miríades,
germina de buscas re-versas
solidões,
concebe de desejos do pleno avessos
desertos, chapadões, florestas silvestres,
abismos, buracos de tatu, cavernas;
germina-gera miríades de luzes
em oásis de ser,
felicidade.


Transparente vertical-idade concebe das miríades in-versas as luzes que iluminarão o deserto de solidões, das sombras à espera do descanso e tranqüilidade das labutas quotidianas, das inseguranças e medos do desconhecido, inconcebível, inaudito, ininteligível, o sertão de angústias, desolações, o pasto de caminhos por onde conduzir as vacas para o curral, amanhã cedo o leite para alimentar os homens, os recém-nascidos, o sil-êncio de querências, os verbos de utopias e sonhos de liberdade, de consciência, de mitos, lendas, causos di-versos; os uni-versos de presença se abrirão às mensagens de esperanças de outras imagens de fin-itude e mortalidade, de outras pers-pectivas do sublime e do eterno, de outros versos do UNO e do SER-UNO.


Ouvi o sonho que sonhei, amigos, e auxiliai-me a adivinhar-lhe o sentido! Ainda é um enigma, para mim, esse sonho; seu sentido reside, repousa, acha-se oculto, inter-dito nele e prisioneiro e ainda não voa sobre ele com livres asas. Sonhei que havia renunciado a toda e qualquer vida.


Nítido re-verso de in-versos
Conhecimentos e sabedorias,
Cânticos do sagrado em bíblicos
Desejos espirituais do amor e ressurreição
À luz de imagens e paisagens,
Re-fletidas e incididas,
No limiar de todas as esperanças
E de todas as fés
No pleno e plen-itude de uma
Cultura e arte que se abrem
Às estrelas e à lua
Do SER,
DIVINO.


(**RIO DE JANEIRO**, 18 DE ABRIL DE 2017)🎳


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