COMENTÁRIO DE MINHA "SECRETÁRIA" ANA JÚLIA MACHADO AO POEMA /*VERTENTE: ECOS DO VAZIO*/
ALA: RUMORES DO DESPOJADO
Repercussão do despojado
Vaticinação da imaculabilidade
Na "vertente" da insubstancial idade
Núncio de poemas
Na "vertente" de quimeras
De eloquências que superiorizam-se
O dia-a-dia de padecimentos e angústias
Super eminência de protótipos
Na "vertente" da querença
Que profere o espírito de inocência,
Inocência à cata do absoluto,
Diafanidade de lágrimas vítreas
A irromperem do manancial primitivo da bondade,
Verbo de estâncias
A enredarem de âmagos do sublime
A sensibilidade do tempo
Na contiguidade das fés
Casualidade de sonhos
Em designação do rigor
A nutrirem caprichos e fantasmagorias
Do afluir – a – ser de perspectivas e cosmos
Da sátira do Perfeito.
*VERTENTE: ECOS DO VAZIO*
Ecos do vazio
A-núncio da pureza
Na "vertente" da espiritualidade
Pré-núncio de versos
Na "vertente" de sonhos
De verbos que trans-cendem
O quotidiano de dores e sofrimentos
Trans-cendência de ideais
Na "vertente" do amor
Que verbaliza a alma de inocência,
Ingenuidade à busca do pleno,
Trans-parência de águas cristalinas
A jorrarem da fonte primeva do bem,
Eloquência de estrofes
A tecerem de essências do belo
A estesia do tempo
Na continuidade das esperanças
Con-tingência de utopias
Em nome de verdades
A alimentarem fantasias e quimeras
Do vir-a-ser de horizontes e uni-versos
De soneto do Absoluto.
Manoel Ferreira

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