COMENTÁRIO CRÍTICO DA AMIGA SONINHA
SON DOS POEMA GONÇALVES AO TEXTO //**OUTRO DO OUTRO OUTRO**//
Espetacularmente lindo!Devaneios do
sempre erudito filósofo Manoel Ferreira Neto...Texto que reflete as reflexões
do poeta, não somente nesta data, pois já conheço seu trabalho.Tempos distintos
presentes, presenças e ausências sentidas e rebuscadas nos versos o lirismo, a
nostalgia que lhe é sempre peculiar, que nos passa que teve uma vida feliz e
agitada, o que é bom, pois nunca lhe faltará verbo para conjugar e nos mostrar
as fantasiosas poesias mesclada de realidade.Adorei seu texto como sempre, mas
adorei em especial esse trecho final l!Brilhante!Parabéns!!!Feliz Natal pra
você meu querido poeta...Quê esse ano novo você possa estar realizando mais
alguns de seus tantos projetos...Bjos
"Nada sou. Sou nada. Por átimos
de segundos, con-templando o que me perpassava as dimensões sensíveis, nalguns
instantes esboço de um sorriso na face, pensei e senti que isto de ser nada são
re-velações, a-nunciações de esperanças, fonte originária da entrega plena à
poiésis do verbo da vida, isto de nada ser são memórias, lembranças,
re-cord-ações de sonhos que não se tornaram verdades, de querências que se
esvaeceram, mas tempo outro se a-presenta, vers-ificar, vers-ejar linguísticas
e semânticas do que há-de se pres-ent-ificar."
Sonia Son dos Poem Gonçalves.
**OUTRO DO OUTRO OUTRO**
Des-érticas melancolias do vir-a-ser
nobre e erudito tres-passam o sublime in-finito do tempo, re-fazendo as éritas
memórias in-exprimíveis dos desejos e vontades de o nada saciar a sede, de o
efêmero vers-ejar de ritmos e métricas a ausência de perfeição, a falta do
verbo de ser o silêncio ab-soluto onde não só ouvir as vozes in-fin-itivas do
miestério in-audito da alma, mas também a poesia son-ética dos sentimentos e
emoções orvalhados de sereno notívago sin-estesiando esperançs e sonhos da
verdade, linguística das etern-itudes solenes e clássicas, semântica das
sempr-itudes da fonte originária da linguagem do ser, poiético vernáculo das
nad-itudes do belo e dos ex-tases das ondas marítimas tocando leve e suavemente
as aréias da praia onde as gaivotas se alimentam no alvorecer, de onde o
longínquo res-plandece de luzes e miríades de raios cintilantes originários do
conúbio de plena sedução entre o horizonte do porvir e o in-finito do verbo
divino, a frias distâncias vão as labaredas de seus temas e temáticas, entre o
uni-verso do verbo além das con-ting-ências e o in-fin-itivo do ser
trans-cendente de volos e querências, desej-âncias e sorrelfas do vazio, nítido
nulo das alegrias breves projetadas na superfície lisa do espelho do tempo,
nostalgia do nunca-jamais res-plandecendo de quiméricas ilusões e utopias as
éresis do sempre e por toda a etern-idade até a con-sumação incólume da verdade
que convém à solidão, da solidão que convém à id-ent-idade dialética da vida e
da morte, do não-ser e das ipseidades do amor que preenche os manque-d´êtres da
felicidade ad-jacente ao ab-soluto divino, divin-idades da fé.
Devaneios. Idílios. Divagações.
Fertilidade da imaginação, fluxos ab-stratos da criatividade, po-esia
in-trans-itiva das saudades do tempo que o vento sibilando de volúpias e gozos
entre serras e corcovados trans-elevou ao ápice do eterno, e na alma deixou
somente a vontade de suprassumir o nada, nadificando as tristezas e angústias,
náuseas e desolações.
Alvorecer. Outro do outro outro.
Re-nascimento. Sonho. Esperança. Silêncio. Solidão, Semânticas. Linguísticas.
Passo a passo cada passo é um passo, travessia do além ao aquém de todas as
dúvidas e medos, nonadas do imperfeito pretérito à perfeição in-fin-itiva do
há-de ser o silvestre dos campos elísios da perpétua verdade.
Pura poesia. Metáfora do visível
invisível, ex-tase de uma passagem do in-concebível ao desejo do sensível ou
apenas a trans-literalização do nada vazio de perspectivas do efêmero, ou ainda
apenas uma viagem in extremis do mistério in-audito do ser à vontade da
intuição do há-de vir.
Sentimentos. Sensações, emoções.
Abstrato do eterno efêmero. Realidade do nada eterno. Solidão. Silêncio. Vozes
que perpassam os interstícios do não-ser precedido de carências, Vozes
voluptuosas de voláteis sons e ritmos do que trans-cende o eterno infinito ao
volúvel uni-verso de paisagens do espaço.
Nada sou. Sou nada. Por átimos de
segundos, con-templando o que me perpassava as dimensões sensíveis, nalguns
instantes esboço de um sorriso na face, pensei e senti que isto de ser nada são
re-velações, a-nunciações de esperanças, fonte originária da entrega plena à
poiésis do verbo da vida, isto de nada ser são memórias, lembranças,
re-cord-ações de sonhos que não se tornaram verdades, de querências que se
esvaeceram, mas tempo outro se a-presenta, vers-ificar, vers-ejar linguísticas
e semânticas do que há-de se pres-ent-ificar.
Manoel Ferreira Neto.
(22 de dezembro de 2015)

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