#TEMPO DO CONDOR# GRAÇA FONTIS: PINTURA GRAÇA FONTIS/Manoel Ferreira Neto: POEMA




No universo vazio de ideais,
idéias inda que gerando perspectivas,
De inesperado, condores destoam dos arranjos
sonorizados e altissonantes,
Aquando integrativamente surgem aderências
às tradições míticas.
cujas inspirações esplendem como algo
único e irrepetível
na iluminação de cada momento
ao sentimento de cada paixão.
Ao excogitar dos lábios impiedosos
outros deleites que a natureza estabelece
como impiedades divisoras de pecados
para que na ruína não seja derrotado
Fluxo de sentimentos preenchem intuições, percepções,
Tonaliza as vertentes cadenciadas de
desejo, vontade, quimera
Anuncia-se, revela-se esperança de sarapalhar
a todos os panoramas do infinito
A prevalência do além na instituição e produção
De outras condições de divinizar
a comédia do efêmero, absoluto,
O absoluto escafedeu-se das sorrelfas
do tempo e do ser,
Restam as náuseas da perfeição,
O efêmero e absurdo são o castiçal de velas
cujas chamas calientam
o porvir da sensibilidade, subjetividade,
os horizontes metamorfoseiam-se
força, coragem
E com palavras que deem conta de exprimir
As desejâncias ou as repulsas ao que polui a vida
E com grande eloquência repassem em
metáforas as imagens e grandezas marcantes
às amorosidades libertárias
do condoricismo sem culpa.


#RIODEJANEIRO#, 1O DE MARÇO DE 2019#

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