**VIS-A-VIS ÀS INTEMPÉRIES** - Manoel Ferreira


De algures, caos e cosmos re-vestidos de pectivas-pers do afluir-a-ser no tempo, vis-a-vis às intempéries da Hstória, ser e não-ser, silêncios e vozerios, escravidão e liberdade, contradições e dialécticas, a jornada se faça sempre presente, o genesis se re-faça a cada re-velação das esperanças e sonhos do eterno uni-versal, conjugado com os verbos das utopias e ideais do sublime e da verdade.
Caos e cosmos se re-vezando ao longo das situações e circunstâncias, e as ipseidades da con-ting-ência, abismadas na memória, espírito do subterrâneo, alma do limbo. Mãos à obra. Re-criar manque-d´êtres, à luz cintilante dos desejos, re-inventar forclusions à mercê dos crepúsculos que são vires-a-ser de outro alvorecer, aquando os raios de sol e de luz primeiros são eidéticas inspirações, "para-si" das etern-itudes.
Antes era o caos, depois o cosmos. Antes eram o caos e o cosmos, depois o nada, assim caminha a humanidade nas trilhas da con-ting-ência, da Maria-Fumaça nos trilhos das gerais utopaias, o nada de sendo em sendo desbravando a poeira da estrada, senda para o In-finito.



Manoel Ferreira Neto.

(04 de fevereiro de 2016)

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