COMENTÁRIO DA AMIGA, ESCRITORA E POETISA ANA JÚLIA MACHADO AO TEXTO /**AMO VOCÊ DESDE A ETERNIDADE AO ETERNO**
**AMO VOCÊ DESDE A ETERNIDADE AO ETERNO**
Manoel Ferreira Neto.
Ele ama seu amor da perpetuidade ao eterno.
pingos de eloquências aspergidos do sublime salpicando no tempo -ser do
sentir declarações da pulcritude do sublime nos esconsos interstícios da alma,
amanhecendo,
Vai amá-la até o final, a dita lhes pertence, são apenas um só, eles se
chegam, amor que eternamente desejou, sua dita tem denominação, seu bem-querer
sempre será dela, é nos ramos do amor o seu éden, com ela seu dia é mais
ditoso, Divo a concebeu para o causar afortunado, ela é sua força, anexos são
mais divertidos.
Não interessa o que vai suceder, mas o bem-querer se converteu pujante,
e isso jamais irá alterar, independente do que ocorrer, o bem-querer
eternamente avassalará.
Almas não cristalinas, mas ímpares, consistem agora cativos de
realidades que não pretendiam. Encontram-se à aguarda do que o real bem-querer
é apto de interpretar!
Ama-a desde a perpetuidade ao imortal.
Ana Júlia Machado.
**AMO VOCÊ DESDE A ETERNIDADE AO ETERNO**
Amo você desde a eternidade ao eterno.
Gotículas de verbos orvalhados do sublime respingando no tempo-ser do
sentir a-nunciações da beleza do belo nos recônditos interstícios da alma,
alvorecendo, no limiar dos sonhos e esperanças da verdade de con-templar o
in-finito pleno de ritmos e melodias do cântico do Amor, a sin-fonia
sin-crônica da felicidade seduzida pelo êxtase da alegria, querubins
performando ao redor da lua o baile da espiritualidade.
Amo você desde a eternidade ao eterno.
Lâminas de águas in-fin-itivas afiando de esplendor e maravilha as
fontes uni-versais do há-de ser a conjugação da compl-etude do "nós"
e a perfe-ctude da vida e do ser, conjugação regenciada de ternura, afeição,
afeto, sin-estesiando o pleno com as cores do arco-iris, linguística e
semântica do espírito-metáfora da verdade-amor, estilística da epígrafe régia
escrita nas estrelas dos sentimentos e emoções.
Amo você desde a eternidade ao eterno.
Passeando na neve, luzes veladas e enveladas, con-templando os abismos
mais recônditos da alma, vislumbrando a-nunciações de in-auditos sentimentos
inda por serem re-velados, aperfeiçoando-lhes as bordas com mais carinho e
afeição, às quiças do pleno e do universal, no mundo, à luz das estações do
verbo e do tempo, verdadeiro, puro, meigo, desde à eternidade ao eterno o
sublime divinal do Ser, sonho que trans-cende todos os horizontes do perpétuo e
do perene.
Amo você desde a eternidade ao eterno.
Uma palavra tão simples, com três letrinhas, que trans-eleva a vida aos
auspícios de todas as plen-itudes, de todas as divin-itudes: "Amo", e
todos os verbos que habitam o ser se mostram trans-parentes, fonte luminosa do
Verso-Uno da Esperança, viçosos para conjugá-los à luz do tempo e dos ventos.
Amo você desde a eternidade ao eterno.
Manoel Ferreira Neto.
(09 de maio de 2016)

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