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sexta-feira, 8 de abril de 2016

CRÍTICA DA CRÍTICA DE MEU TEXTO /!!!/ REALIZADA POR MINHA SECRETÁRIA, ESCRITORA, POETISA, CRÍTICA LITERÁRIA ANA JÚLIA MACHADO


O mesmo é insuportável. Contudo, se em termos de uma lembrança para enfatizar
acrescenta e muito.
Você, Aninha Júlia, subia nas tamancas, tirava as vestes, pisoteava-as para dizer que não era escritora, poetisa, nada era. Passei na sua frente e gritei a plenos pulmões os seus dons e talentos para as letras, apesar de sentir que a incomodava. As letras chamaram-lhe na responsabilidade: assumiu a escritora e poetisa, tem nos trazido tesouros da esperança, do sonho, da persistência com a vida, aceitando, consentindo os limites, tem feito com que reflitamos, meditemos, pensemos em nossa vida: o que é isto?
Isto é muito pouco, sê-lo-á sempre. Com o con-sentimento das letras em sua vida, veio agregar a crítica literária de excelência. A duras penas a crítica se revelou. Digo-o por que lhe custa os olhos da cara entender e compreender a minha obra, mergulhar nela a fundo devido à sua complexidade, hermeticidade. Comentando as minhas coisinhas. Criou o seu estilo e linguagem de tornar letras a sua compreensão, entendimento. Relê a obra no seu eidos, e traz o inter-dito à lume, vira o poema ou a prosa às avessas. Debruçar na minha obra é tarefa de Sísifo. Fê-lo, fá-lo, fá-lo-á.
Quando diz no seu comentário à "pensância de minha vida" que a erudição me inscreveu na academia Terra, sinto e penso que não só a mim, fê-lo o mesmo consigo. Compreender, entender uma obra mister mergulhar na sua erudição, e dizer na sua erudição. Só uma sensibilidade inestimável, só um intelecto aberto à vida realizaria isto, que é o seu caso.
Amou, ama e amará tanto o homem como a obra que absorveu influências. Um tanto quanto pomposo, mas é a realidade: influenciou-se por mim, traz em si a minha alma, mas agrega sua linguagem, estilo, a sua autenticidade de mulher, de intelectual, de mãe, de amiga, põe a sua vida na minha vida não para mostrar as influências, mas porque nossos espíritos são um só, com a sua multiplicidade. Nossas vidas juntas como amigos, intelectuais estava escrita nas estrelas. A própria vida realizou isto , realizou com primor porque somos de dois continentes diferentes, apesar de irmãos de nações. A vida tinha de realizar este nosso encontro.
Tornou-se você eterna com a sua erudição, com a sua genialidade, com o con-sentimento em se entregar às letras, e segue esplendorosamente a sua vida escrevendo, refletindo, meditando a sua vida, a vida de todos nós nas obras que escreve, nos comentários que realiza na minha obra. Quem quiser mergulhar, debruçar-se na sua obra terá de recorrer a mim e quem desejar debruçar-se na minha, terá de recorrer a você, não o digo apenas no sentido dos críticos, mas também dos leitores.
E por já adito.



Manoel Ferreira.



O relevante é que você concebe e delineia seu exclusivo rumo.
Suas meditações têm vindo a edificar seu futuro. Esposou, separou…faz parte da sua biografia.
Capacitam ou não suas escritas? Que importa quem perceba….Não compreende quem não detém erudição ou sensibilidade para seus escritos. Fácil? Não. Não é…mas quem se debruçar sobre ela é fascinante…
Você desfruta, adentro de si, todos os expedientes que exige para sua plenitude.
Credencia na possança infinda, invisível em seu intrínseco, para sustê-lo e facultar-lhe todas as graças e júbilos críveis.
Transversalmente à sua distinta meditação agrega-se- com a Capacidade Universal presente no seu interior. Quando você credencia, você consegue.
Reprograma seu intelecto, invariavelmente, com bitolas intelectuais de êxito, de congruência e de bem-estar.
Aperfeiçoa a sua inerente imagem, suprimindo sensibilidades de tristeza. Platão dizia que “os grandes nos parecem muito grandes porque os observamos sempre de joelhos”.
Seus vocábulos possuem uma aptidão infinda, tudo aquilo que você discursa se converte em realidade absoluta.
Você é um dos discípulos que a erudição infinda inscreveu na academia Terra. Todas as arduidades, dilemas, reptos são paradigmas da vida. Encara-as com audácia.
Tem fraquezas? Quem não as tem? Só aquele que não habite a vida….
Prevê a concretização pugna de seu propósito, com representação intelectual otimiza para sentir a exultação e a tranquilidade com aqueles que ama…amigos, família e leitores…
A condição natural é a robustez. A enfermidade é uma anomalia.
Não carece conceber compositores irreais que hão notabilidade já que possui a sua exclusiva personalidade criteriosa.
Se para algumas criaturas não é autenticado em entendimento dos seus trabalhos ou até feitios, elas não granjeiam seu préstimo, desenvoltura, dom, vocação...
Declara que como homem não se sente já prestes a complementar sessenta anos, contudo, em termos de constatações, vida com as escritas, já superou os sessenta, essa é a sua vida, e nessa não há a fenecimento, perene de inúmero a ilimitada.
E como refere, é de extrema importância a vivência com os amigos sempre consonante, isocrónica, consideração, amizade. E prossigamos a habitar a amizade….
E para já adito, é só………..



Ana Júlia Machado.


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